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Em analógico

pv, em 07.11.18

A fotografia analógica tem aquela magia do espontâneo, a captura do momento tal como ele é, sem quaisquer filtros. 

Está associada à infância de cada um, aos pilares da vida - os avós -, ao carinho que é retratado numa fotografia e à materialidade da memória.

O ano passado adquiri, em segunda mão, a Pentax Espio 60V e desde então tenho deixado de lado a fotografia digital. Já foi mais de meia dúzia de rolos para revelação e posso dizer que tenho um álbum praticamente cheio. Nele estão as pessoas mais importantes, as memórias da cidade do coração - o Porto -, locais que fazem parte da minha vida desde sempre e momentos aleatórios em que simplesmente peguei na câmara e disparei.

 

Recentemente, descobri em casa do meu avô paterno uma câmara ainda com um rolo lá dentro! Fiquei super contente! Pelas minhas contas o rolo deve ter uns 7 anos. No entanto, a exposição que deve ter sofrido ao longo deste tempo de inúmeros factores externos  não me deixa muito confiante em relação à revelação. Mas vou arriscar, até pode ser que tenha sorte.

Escusado será dizer que continuarei a fotografar em analógico! :)

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Lembrete cultural #2

pv, em 08.10.18

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Fonte

 

Do Tirar Polo Natural - Inquérito ao retrato português

29 de Junho a 14 de Outubro de 2018

MNAA - Piso 0/Galeria de Exposições Temporárias

 

"Num tempo de fluxo incessante de produção e circulação de retratos fotográficos e fílmicos, numa sociedade organizada em redor da imagem mas que, paradoxalmente, a destrói, pelo excesso, é fundamental interrogar a vida das imagens e, em particular, qual o papel do retrato na nossa cultura." (...) "Cruzando obras de épocas muito diferentes, apresentamos o retrato em redor de três categorias paradigmáticas: como dispositivo afetivo, como formador da identidade pessoal e como estratégia do poder." Fonte

 

 

Helena Almeida, Sem título, 2010. Cortesia Galeria Filomena Soares

Fonte

 

Quel Amour!?

11 Outubro 2018 a 10 Fevereiro 2019 

Museu Coleção Berardo

 

"Quel Amour!? reúne artistas de diferentes gerações, países e culturas para os quais o Amor foi fonte de inspiração. Indubitavelmente, o Amor é dos sentimentos mais determinantes da vida humana, pelo que foi e é ainda um tema presente na história da arte." Fonte

Exposição coletiva que inclui obras de Marina Abramović & Ulay, Helena Almeida, Francis Bacon, Paula Rego e Joana Vasconcelos, entre outros artistas.

 

 

 

 

 

 

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About things #7

pv, em 16.09.18

 

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Lembrete cultural

pv, em 29.08.18

Algumas das exposições a ver nos próximos tempos:

 

 

Jornadas Europeias do Património 2018

Fotografia de Luís Pavão Fonte

 

"Na ponta dos dedos" - Fotografias de Luís Pavão

08 de Julho a 30 de Setembro de 2018

Padrão dos Descobrimentos

 

"Ao longo de seis meses, entre Junho e Dezembro de 2016, o fotógrafo Luís Pavão registou os trabalhos de limpeza e de restauro do Padrão dos Descobrimentos. Desse registo, resultou um conjunto de fotografias de grandes planos dos protagonistas da Expansão Portuguesa."  "(...) permitem-nos, assim, uma nova perceção das esculturas: nelas, numa intensa experiência visual e sensorial, vemos e sentimos todo o trabalho do artista, o detalhe, a textura da pedra, a aspereza das botas, o pormenor de narizes, bocas e olhos, o trabalho do cinzel do escultor, o volume e a forma ao alcance dos nossos dedos." Fonte

 

 

 

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Fonte

 

"O outro casal" - Helena Almeida e Artur Rosa

24 de Maio a 9 de Setembro de 2018

Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva

 

"Helena Almeida, mais do que criar obras especificamente para um lugar ou um sítio, parece antes afirmar que o lugar é o atelier e o atelier é o seu mundo. Daí que as fotografias tenham que ser tiradas no sítio onde o trabalho se desenvolveu (o atelier). Daí que as fotografias tenham que ser registadas por alguém do seu círculo, por alguém da sua intimidade." (neste caso, o seu marido Artur Rosa)

"Esta exposição centra-se precisamente nesses registos em que os dois aparecem, tanto em fotografia como em vídeo. O título remete em diferido para o casal que dá nome ao museu, Arpad Szenes e Vieira da Silva, mostrando assim a obra de outro casal: Helena Almeida e Artur Rosa. Para além de que encontramos, nomeadamente na obra de Arpad, várias representações da temática do casal." Fonte

 

 

 

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Fonte

 

“Frida Kahlo – As Suas Fotografias”

06 de Julho a 04 de Novembro de 2018

Centro Português de Fotografia

 

"As 241 fotografias agora apresentadas preservaram-se graças ao amor de Frida Kahlo pela arte fotográfica. Frida cuidou e fruiu delas e trabalhou-as – colorindo-as, imprimindo-lhes beijos, recortando-­as ou inscrevendo-lhes pensamentos. Estas fotografias refletem a intimidade e os interesses da pintora ao longo da sua vida atribulada: a família, o fascínio por Diego Rivera, seu marido, os múltiplos amores, os amigos e alguns inimigos, o corpo acidentado e a ciência médica, a luta política e a arte, os índios e o passado pré-hispânico, e a paixão pelo México e pelo seu povo." Fonte

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Linguagem acessível

pv, em 30.04.18

A linguagem acessível na partilha e divulgação do Património Cultural  foi um dos temas que vi recentemente abordado no Blogue "Musing on Culture" de Maria Vlachou (MV), diretora  da Acesso Cultura. Quem já assistiu a uma comunicação de MV sabe que, são sempre de fácil compreensão, tem um discurso que chega a todos na audiência, recorre a exemplos de conhecimento geral e, sobretudo, aborda questões que nos estão próximas.

Na publicação "Que Língua é esta?" discute a linguagem utilizada em espaços culturais (está implícito o Património). Como é que nos são apresentados os textos e folhas de sala? Como é transmitida a informação? Será a linguagem acessível a todos que visitam espaços culturais? E compreendem o que está ali escrito?

MV, reforça para a necessidade de clareza na linguagem e da sensibilização na construção dos textos que são apresentados ao público.

Se um dos objetivos de dar a conhecer o Património é aproximar toda a comunidade e sensibilizar a partilha e preservação do mesmo, temos que facilitar a sua compreensão e torná-lo, assim, inclusivo. Combater sentimentos como, "não vou a Museus porque não são para mim", "não gosto porque não compreendo", "é tudo muito técnico e não entendo", etc.

 

Quantas vezes já fomos confrontados com um imenso mar de texto, numa exposição?

E, de todas essas vezes, leram sequer um texto do início ao fim?

E, aquela dúvida entre ler todos os textos e, realmente, apreciar a exposição?

 

Sou defensora de que o Património Cultural deve fazer parte da vida de cada um de uma forma ativa. Mas, para isso, tem que ser próxima e compreensível.

 

Pergunto-vos, alguma vez se sentiram excluídos num espaço cultural?

Partilhem as vossas experiências, ideias, comentários!

 

 

 

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