Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]




Linguagem acessível

pv, em 30.04.18

A linguagem acessível na partilha e divulgação do Património Cultural  foi um dos temas que vi recentemente abordado no Blogue "Musing on Culture" de Maria Vlachou (MV), diretora  da Acesso Cultura. Quem já assistiu a uma comunicação de MV sabe que, são sempre de fácil compreensão, tem um discurso que chega a todos na audiência, recorre a exemplos de conhecimento geral e, sobretudo, aborda questões que nos estão próximas.

Na publicação "Que Língua é esta?" discute a linguagem utilizada em espaços culturais (está implícito o Património). Como é que nos são apresentados os textos e folhas de sala? Como é transmitida a informação? Será a linguagem acessível a todos que visitam espaços culturais? E compreendem o que está ali escrito?

MV, reforça para a necessidade de clareza na linguagem e da sensibilização na construção dos textos que são apresentados ao público.

Se um dos objetivos de dar a conhecer o Património é aproximar toda a comunidade e sensibilizar a partilha e preservação do mesmo, temos que facilitar a sua compreensão e torná-lo, assim, inclusivo. Combater sentimentos como, "não vou a Museus porque não são para mim", "não gosto porque não compreendo", "é tudo muito técnico e não entendo", etc.

 

Quantas vezes já fomos confrontados com um imenso mar de texto, numa exposição?

E, de todas essas vezes, leram sequer um texto do início ao fim?

E, aquela dúvida entre ler todos os textos e, realmente, apreciar a exposição?

 

Sou defensora de que o Património Cultural deve fazer parte da vida de cada um de uma forma ativa. Mas, para isso, tem que ser próxima e compreensível.

 

Pergunto-vos, alguma vez se sentiram excluídos num espaço cultural?

Partilhem as vossas experiências, ideias, comentários!

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)


Património Cultural 2018

pv, em 09.04.18

2018, comemora-se o Ano Europeu do Património Cultural.

 

Ver mais em Ano Europeu do Património Cultural 2018         Resultado de imagem para europe for culture 2018

 

Pretende-se divulgar, promover e consciencializar as comunidades acerca do nosso Património , através da colaboração das diversas entidades e equipamentos culturais. Contamos assim com diversas atividades a decorrer em datas comemorativas, e não só!

Enquanto cidadãos e comunidade, devemos preservar o Património que nos rodeia, divulgar como forma de manter viva a sua memória e de retribuição, por tanto que nos dá. Está presente em todos os aspetos da nossa vida e é redutor pensar que só se resume a Monumentos, Museus, etc. Faz parte dos gestos mais simples que temos. Está presente nas diversas formas de Cultura. É material e imaterial, móvel e imóvel. É universal e individual. Faz parte de cada um!

 

Assim, é já no próximo dia 18 de Abril que podemos contar com um dia dedicado aos Monumentos e Sítios. Com o tema Património: de geração em geração

 

Resultado de imagem para dia internacional dos monumentos e sítios 2018

 

As gerações, a memória coletiva e individual, o valor que o Património assume em cada um de nós, a sua importância transversal a todas as gerações... são só alguns pontos que podem servir como discussão e partilha de ideias.

Consultem o programa em Dia Internacional dos Monumentos e Sítios. E, sobretudo, participem! Da forma que quiserem e acharem melhor mas participem! 

 

#EuropeForCulture

#DIMS2018

#DGPC

#ICOMOS

#patrimoniocultural

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Ainda na onda do Bullet Journal, partilho as contas de Youtube que sigo sobre este tema.

 

  • Jordan Clark - Faz diversos vídeos de DIY e sobre as várias abordagens que se pode ter em relação ao Bullet Journal. Os seus vídeos são bastante inspiradores e editados de uma maneira que se destaca dos restantes.

 

  • My life in a Bullet - Nos seus vídeos podemos acompanhar o processo de planeamento de cada mês. Tem uma abordagem mais tradicional do Bullet Journal.

 

  • Christine My Lihn - Uma ilustradora com um talento incrível. Os seus vídeos de planeamento permitem acompanhar o processo criativo e a história que a autora cria em cada um. Tem uma abordagem mais criativa.

 

Cada autora tem um conceito diferente e vê o Bullet Journal de forma distinta. Quando faço o planeamento do meu Bullet Journal tento incorporar a inspiração que recebo de cada uma das contas que acompanho e crio o meu próprio estilo.

No Bullet Journal a criação é livre e flexível, podemos tomar o rumo que quisermos e as possibilidades são infinitas. O mais importante é encarar como um tempo de organização aliado ao tempo livre e de expressão pessoal e não como uma obrigação.

 

E vocês, utilizam o Bullet Journal? Qual o vosso estilo?

Autoria e outros dados (tags, etc)

Basta perder algum tempo a percorrer o Instagram que começam logo a surgir fotografias de agendas, cadernos, colecções de canetas, e por aí fora.

A febre do Bullet Journalling e dos Planners têm vindo a ganhar mais visibilidade. Em que consiste? Resumidamente, são métodos de organização. O Bullet Journal é mais utilizado para a execução de tarefas diárias e o Planner pode ser mensal, diário, semanal, e aproxima-se mais da agenda tradicional.

Comecei este mês com o Bullet Journal e utilizo-o como registo do meu dia, quase como um diário. Para as tarefas diárias continuo a usar a minha agenda semanal. Criei separadores que permitem anotar diferentes coisas e vou preenchendo diariamente.

  • Dois trackers - Sleep e Mood Tracker;
  • Uma lista de gratidão;
  • Uma página para ideias;
  • E, um registo diário.

DSC_1165.JPGDSC_1164.JPG

DSC_1166.JPG

 

 

 

Os Bullet Journals e os Planners podem ser adaptados ao estilo de vida e necessidades de cada um, como método de organização do trabalho, faculdade ou registo pessoal. A longo termo pode ser uma maneira de fazer uma retrospectiva.

 

E vocês, utilizam algum?

Autoria e outros dados (tags, etc)


About things #6

pv, em 17.02.16

 

Autoria e outros dados (tags, etc)


Mais sobre mim

foto do autor