Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]




Lembrete Cultural #4

pv, em 23.05.19

Fonte

Museu das Descobertas

Museu Nacional de Arte Antiga

Piso 0/Galeria de Exposições Temporárias

31 de Maio a 29 de Setembro (inauguração a 30 de Maio às 18h30)

 

"O efeito transfigurador que o museu tem sobre o visitante é consequência de um mundo insuspeito de saberes, aplicados no contínuo trabalho de preservar, estudar e comunicar dissi-pando engano e dúvida. O museu existe para proporcionar uma experiência pessoal a quem o visita, fruto daquela que desenvolvem os que nele trabalham, dia após dia. A experiência do museu assenta no ato magnético e muito pessoal da contemplação, e esta, por seu turno, origina-se no valor insubstituível do objeto como testemunho intemporal e redentor da capaci-dade criadora humana.
Ao Museu Nacional de Arte Antiga pareceu oportuno levar a cabo a organização do presente projeto, abrigado sob a designação provocadora de Museu das Descobertas, num tempo que assiste a uma renovada atualidade do conceito de museu, amplamente ilustrada na febre constitutiva de novas instituições." Fonte

 

 

Fonte

O lugar do Torreão. Imagem de Lisboa

18 de Maio a 31 de Outubro de 2019

Museu de Lisboa - Torreão Poente

 

"Esta mostra conta-nos o passado e o futuro do Torreão Poente da Praça do Comércio, um dos símbolos arquitetónicos e urbanísticos de Lisboa. A história começa nos primeiros anos do século XVI, quando D. Manuel mandou construir um novo palácio real, rematado, já dentro das águas do rio, por uma construção de aspeto militar: o Torreão do Paço da Ribeira. (...) E, "termina com a assunção do Torreão Poente enquanto parte integrante do Museu de Lisboa, com referência às exposições temporárias que desde 2015 foram sendo apresentadas, e com a apresentação do projeto de arquitetura e maquete relativos ao futuro próximo do edifício.” Fonte

Curadoria - Nuno Senos (IHA/DHA/NOVA FCSH)

Folheto da exposição

 

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)


Lembrete cultural #3

pv, em 27.12.18

Fonte

Corpo Fechado

Carlos Motta

De 31/10/2018 a 10/02/2019

Galeria Av. da índia

 

 

"Ao focalizar-se sobre comunidades e identidades com pouca visibilidade,  a obra de Carlos Motta estabelece relações produtivas com histórias de cultura queer e de ativismo e permite a constituição de um produtivo entendimento sobre a oportunidade que as políticas de sexo e de género representam na articulação de posições contra a injustiça social e política dominante. " (...)

"Carlos Motta: Corpo Fechado apresenta trabalhos em filme, fotografia e escultura que estabelecem um diálogo com as histórias da expansão colonial portuguesa e espanhola nas Américas, entre o século XV e o século XVIII, focando-se nas formas como estes dois impérios, operando em conjunto com a Igreja Católica, propagaram conceitos repressivos da sodomia e do homoerotismo a partir de rígidas perspetivas legais e morais." Fonte

 

 

 

Fonte

Contar Áfricas!

De 25/11/2018 a 21/04/2019

Padrão dos Descobrimentos

 

 

"Contar Áfricas! é uma exposição que decorre de um exercício científico-museológico. E que entendemos por este ‘exercício’? Este exercício foi um desafio lançado a dezenas de investigadores e especialistas que escolheram peças e palavras e que com elas desenharam um percurso para conhecer uma África diversa e múltipla." (...)

"As peças e os ‘porquês’ de quem as escolheu, numa perspectiva de conjunto, permitem contar a história de uma África plural. As escolhas, dos investigadores e especialistas, são a base do desenho da narrativa museológica, de um circuito de auto-construção e de visita, que, ao invés de predefinido, é aberto e não-condicionado. 

A exposição Contar Áfricas! tem a coordenação científico-museológica de António Camões Gouveia (NOVA | CHAM) e conta com a participação e colaboração de diversas instituições, associações e investigadores." Fonte

 

Autoria e outros dados (tags, etc)


Em analógico

pv, em 07.11.18

A fotografia analógica tem aquela magia do espontâneo, a captura do momento tal como ele é, sem quaisquer filtros. 

Está associada à infância de cada um, aos pilares da vida - os avós -, ao carinho que é retratado numa fotografia e à materialidade da memória.

O ano passado adquiri, em segunda mão, a Pentax Espio 60V e desde então tenho deixado de lado a fotografia digital. Já foi mais de meia dúzia de rolos para revelação e posso dizer que tenho um álbum praticamente cheio. Nele estão as pessoas mais importantes, as memórias da cidade do coração - o Porto -, locais que fazem parte da minha vida desde sempre e momentos aleatórios em que simplesmente peguei na câmara e disparei.

 

Recentemente, descobri em casa do meu avô paterno uma câmara ainda com um rolo lá dentro! Fiquei super contente! Pelas minhas contas o rolo deve ter uns 7 anos. No entanto, a exposição que deve ter sofrido ao longo deste tempo de inúmeros factores externos  não me deixa muito confiante em relação à revelação. Mas vou arriscar, até pode ser que tenha sorte.

Escusado será dizer que continuarei a fotografar em analógico! :)

Scanner_20180512.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

000057.jpgeditblog.jpg

Autoria e outros dados (tags, etc)


Lembrete cultural #2

pv, em 08.10.18

Resultado de imagem para do tirar polo natural

Fonte

 

Do Tirar Polo Natural - Inquérito ao retrato português

29 de Junho a 14 de Outubro de 2018

MNAA - Piso 0/Galeria de Exposições Temporárias

 

"Num tempo de fluxo incessante de produção e circulação de retratos fotográficos e fílmicos, numa sociedade organizada em redor da imagem mas que, paradoxalmente, a destrói, pelo excesso, é fundamental interrogar a vida das imagens e, em particular, qual o papel do retrato na nossa cultura." (...) "Cruzando obras de épocas muito diferentes, apresentamos o retrato em redor de três categorias paradigmáticas: como dispositivo afetivo, como formador da identidade pessoal e como estratégia do poder." Fonte

 

 

Helena Almeida, Sem título, 2010. Cortesia Galeria Filomena Soares

Fonte

 

Quel Amour!?

11 Outubro 2018 a 10 Fevereiro 2019 

Museu Coleção Berardo

 

"Quel Amour!? reúne artistas de diferentes gerações, países e culturas para os quais o Amor foi fonte de inspiração. Indubitavelmente, o Amor é dos sentimentos mais determinantes da vida humana, pelo que foi e é ainda um tema presente na história da arte." Fonte

Exposição coletiva que inclui obras de Marina Abramović & Ulay, Helena Almeida, Francis Bacon, Paula Rego e Joana Vasconcelos, entre outros artistas.

 

 

 

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)


About things #7

pv, em 16.09.18

 

Autoria e outros dados (tags, etc)


Mais sobre mim

foto do autor