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Lembrete cultural #3

pv, em 27.12.18

Fonte

Corpo Fechado

Carlos Motta

De 31/10/2018 a 10/02/2019

Galeria Av. da índia

 

 

"Ao focalizar-se sobre comunidades e identidades com pouca visibilidade,  a obra de Carlos Motta estabelece relações produtivas com histórias de cultura queer e de ativismo e permite a constituição de um produtivo entendimento sobre a oportunidade que as políticas de sexo e de género representam na articulação de posições contra a injustiça social e política dominante. " (...)

"Carlos Motta: Corpo Fechado apresenta trabalhos em filme, fotografia e escultura que estabelecem um diálogo com as histórias da expansão colonial portuguesa e espanhola nas Américas, entre o século XV e o século XVIII, focando-se nas formas como estes dois impérios, operando em conjunto com a Igreja Católica, propagaram conceitos repressivos da sodomia e do homoerotismo a partir de rígidas perspetivas legais e morais." Fonte

 

 

 

Fonte

Contar Áfricas!

De 25/11/2018 a 21/04/2019

Padrão dos Descobrimentos

 

 

"Contar Áfricas! é uma exposição que decorre de um exercício científico-museológico. E que entendemos por este ‘exercício’? Este exercício foi um desafio lançado a dezenas de investigadores e especialistas que escolheram peças e palavras e que com elas desenharam um percurso para conhecer uma África diversa e múltipla." (...)

"As peças e os ‘porquês’ de quem as escolheu, numa perspectiva de conjunto, permitem contar a história de uma África plural. As escolhas, dos investigadores e especialistas, são a base do desenho da narrativa museológica, de um circuito de auto-construção e de visita, que, ao invés de predefinido, é aberto e não-condicionado. 

A exposição Contar Áfricas! tem a coordenação científico-museológica de António Camões Gouveia (NOVA | CHAM) e conta com a participação e colaboração de diversas instituições, associações e investigadores." Fonte

 

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Em analógico

pv, em 07.11.18

A fotografia analógica tem aquela magia do espontâneo, a captura do momento tal como ele é, sem quaisquer filtros. 

Está associada à infância de cada um, aos pilares da vida - os avós -, ao carinho que é retratado numa fotografia e à materialidade da memória.

O ano passado adquiri, em segunda mão, a Pentax Espio 60V e desde então tenho deixado de lado a fotografia digital. Já foi mais de meia dúzia de rolos para revelação e posso dizer que tenho um álbum praticamente cheio. Nele estão as pessoas mais importantes, as memórias da cidade do coração - o Porto -, locais que fazem parte da minha vida desde sempre e momentos aleatórios em que simplesmente peguei na câmara e disparei.

 

Recentemente, descobri em casa do meu avô paterno uma câmara ainda com um rolo lá dentro! Fiquei super contente! Pelas minhas contas o rolo deve ter uns 7 anos. No entanto, a exposição que deve ter sofrido ao longo deste tempo de inúmeros factores externos  não me deixa muito confiante em relação à revelação. Mas vou arriscar, até pode ser que tenha sorte.

Escusado será dizer que continuarei a fotografar em analógico! :)

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Lembrete cultural #2

pv, em 08.10.18

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Fonte

 

Do Tirar Polo Natural - Inquérito ao retrato português

29 de Junho a 14 de Outubro de 2018

MNAA - Piso 0/Galeria de Exposições Temporárias

 

"Num tempo de fluxo incessante de produção e circulação de retratos fotográficos e fílmicos, numa sociedade organizada em redor da imagem mas que, paradoxalmente, a destrói, pelo excesso, é fundamental interrogar a vida das imagens e, em particular, qual o papel do retrato na nossa cultura." (...) "Cruzando obras de épocas muito diferentes, apresentamos o retrato em redor de três categorias paradigmáticas: como dispositivo afetivo, como formador da identidade pessoal e como estratégia do poder." Fonte

 

 

Helena Almeida, Sem título, 2010. Cortesia Galeria Filomena Soares

Fonte

 

Quel Amour!?

11 Outubro 2018 a 10 Fevereiro 2019 

Museu Coleção Berardo

 

"Quel Amour!? reúne artistas de diferentes gerações, países e culturas para os quais o Amor foi fonte de inspiração. Indubitavelmente, o Amor é dos sentimentos mais determinantes da vida humana, pelo que foi e é ainda um tema presente na história da arte." Fonte

Exposição coletiva que inclui obras de Marina Abramović & Ulay, Helena Almeida, Francis Bacon, Paula Rego e Joana Vasconcelos, entre outros artistas.

 

 

 

 

 

 

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About things #7

pv, em 16.09.18

 

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Lembrete cultural

pv, em 29.08.18

Algumas das exposições a ver nos próximos tempos:

 

 

Jornadas Europeias do Património 2018

Fotografia de Luís Pavão Fonte

 

"Na ponta dos dedos" - Fotografias de Luís Pavão

08 de Julho a 30 de Setembro de 2018

Padrão dos Descobrimentos

 

"Ao longo de seis meses, entre Junho e Dezembro de 2016, o fotógrafo Luís Pavão registou os trabalhos de limpeza e de restauro do Padrão dos Descobrimentos. Desse registo, resultou um conjunto de fotografias de grandes planos dos protagonistas da Expansão Portuguesa."  "(...) permitem-nos, assim, uma nova perceção das esculturas: nelas, numa intensa experiência visual e sensorial, vemos e sentimos todo o trabalho do artista, o detalhe, a textura da pedra, a aspereza das botas, o pormenor de narizes, bocas e olhos, o trabalho do cinzel do escultor, o volume e a forma ao alcance dos nossos dedos." Fonte

 

 

 

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Fonte

 

"O outro casal" - Helena Almeida e Artur Rosa

24 de Maio a 9 de Setembro de 2018

Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva

 

"Helena Almeida, mais do que criar obras especificamente para um lugar ou um sítio, parece antes afirmar que o lugar é o atelier e o atelier é o seu mundo. Daí que as fotografias tenham que ser tiradas no sítio onde o trabalho se desenvolveu (o atelier). Daí que as fotografias tenham que ser registadas por alguém do seu círculo, por alguém da sua intimidade." (neste caso, o seu marido Artur Rosa)

"Esta exposição centra-se precisamente nesses registos em que os dois aparecem, tanto em fotografia como em vídeo. O título remete em diferido para o casal que dá nome ao museu, Arpad Szenes e Vieira da Silva, mostrando assim a obra de outro casal: Helena Almeida e Artur Rosa. Para além de que encontramos, nomeadamente na obra de Arpad, várias representações da temática do casal." Fonte

 

 

 

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Fonte

 

“Frida Kahlo – As Suas Fotografias”

06 de Julho a 04 de Novembro de 2018

Centro Português de Fotografia

 

"As 241 fotografias agora apresentadas preservaram-se graças ao amor de Frida Kahlo pela arte fotográfica. Frida cuidou e fruiu delas e trabalhou-as – colorindo-as, imprimindo-lhes beijos, recortando-­as ou inscrevendo-lhes pensamentos. Estas fotografias refletem a intimidade e os interesses da pintora ao longo da sua vida atribulada: a família, o fascínio por Diego Rivera, seu marido, os múltiplos amores, os amigos e alguns inimigos, o corpo acidentado e a ciência médica, a luta política e a arte, os índios e o passado pré-hispânico, e a paixão pelo México e pelo seu povo." Fonte

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