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Lembrete Cultural 5#

pv, em 14.03.21

É já na próxima semana que acontece a Conferência Digital Museus e Responsabilidade Social, organizada pela Direcção-Geral do Património Cultural, no âmbito da Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia.

 

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"Na conferência portuguesa pretende-se abordar as questões mais relevantes que se colocam aos museus na perspetiva social e apontar possíveis pistas para o futuro, cruzando os domínios da cultura, da arte, da sociedade, da educação, da economia e do território. O foco nestes aspetos serve de base para discutir o que significa responsabilidade social para os museus no desafiante mundo de hoje, através da exploração de estratégias de promoção da participação, de construção de redes e de dinamização de parcerias, bem como de metodologias inovadoras de avaliação do impacto social dos museus." Fonte

Apesar de já não ser possível a inscrição para participar na conferência deixo aqui o link para a programação.

 

http://conferencemuseumsandsocialresponsibility.dgpc.pt/

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Linguagem acessível

pv, em 30.04.18

A linguagem acessível na partilha e divulgação do Património Cultural  foi um dos temas que vi recentemente abordado no Blogue "Musing on Culture" de Maria Vlachou (MV), diretora  da Acesso Cultura. Quem já assistiu a uma comunicação de MV sabe que, são sempre de fácil compreensão, tem um discurso que chega a todos na audiência, recorre a exemplos de conhecimento geral e, sobretudo, aborda questões que nos estão próximas.

Na publicação "Que Língua é esta?" discute a linguagem utilizada em espaços culturais (está implícito o Património). Como é que nos são apresentados os textos e folhas de sala? Como é transmitida a informação? Será a linguagem acessível a todos que visitam espaços culturais? E compreendem o que está ali escrito?

MV, reforça para a necessidade de clareza na linguagem e da sensibilização na construção dos textos que são apresentados ao público.

Se um dos objetivos de dar a conhecer o Património é aproximar toda a comunidade e sensibilizar a partilha e preservação do mesmo, temos que facilitar a sua compreensão e torná-lo, assim, inclusivo. Combater sentimentos como, "não vou a Museus porque não são para mim", "não gosto porque não compreendo", "é tudo muito técnico e não entendo", etc.

 

Quantas vezes já fomos confrontados com um imenso mar de texto, numa exposição?

E, de todas essas vezes, leram sequer um texto do início ao fim?

E, aquela dúvida entre ler todos os textos e, realmente, apreciar a exposição?

 

Sou defensora de que o Património Cultural deve fazer parte da vida de cada um de uma forma ativa. Mas, para isso, tem que ser próxima e compreensível.

 

Pergunto-vos, alguma vez se sentiram excluídos num espaço cultural?

Partilhem as vossas experiências, ideias, comentários!

 

 

 

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